Foram 9 aprovações em vestibulares de medicina em pouco mais de três meses. A cada lista divulgada, um grito de alívio e de alegria. Conquistas que para Alisson Belini, de Iporã, no noroeste do Paraná, de 18 anos, são resultados surpreendentes e reflexos de um ano puxado, dedicado apenas para os estudos. “É uma sensação maravilhosa passar em tantas universidades. Quando vi o meu nome nas listas da UEM [Universidade Estadual de Maringá] e da UFPR [Universidade Federal do Paraná] não acreditei. Demorou um bom tempo para cair a ficha”, diz o estudante.
Além da aprovação na UEM e na UFPR, Alisson ainda tem como opções as faculdades Pequeno Príncipe, Evangélica, Universidade Positivo e PUC-PR em Curitiba; a Faculdade Assis Gurgacz (FAG), em Cascavel; a Unicesumar, em Maringá; e a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Em todas essas instituições de ensino, a concorrência para o curso de medicina era superior a 30 candidatos por vaga. O estudante ainda espera o resultado de outras duas universidades federais.
IGREJAS REFORMADAS